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Donos de restaurantes confrontam o governador do Banco de Portugal

Governador do Banco de Portugal sustenta que restauração não está em crise, apontando crescimento real de 25% desde 2019 e margens de lucro estáveis, apesar de pressões de custos

Álvaro Santos Pereira
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  • O governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, afirmou nas redes sociais que a restauração não está em crise e apresentou números que, segundo ele, comprovam o crescimento do setor.
  • Alegou um crescimento real de 25% desde 2019, associando-o à expansão do turismo e ao aumento do consumo.
  • Disse ainda que o número de restaurantes a abrir superou o de falências e que as margens de lucro têm permanecido relativamente estáveis.
  • Ana Jacinto, secretária-geral da Ahresp, pediu reforço do apoio a fundo perdido, alertando que a situação se agravou nos últimos meses.
  • Empresários contestam a leitura, dizendo que os custos cresceram e esmagaram as margens,ơi havendo necessidade urgente de liquidez.

O governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, afirmou na segunda-feira que a restauração não vive uma crise. Usando as redes sociais, apresentou gráficos que apontam crescimento real e defendem que o setor evoluiu com o turismo e maior consumo.

Segundo o governante, o setor registou um crescimento de 25% desde 2019 e o total de restaurantes abertos teve maior evolução do que o de falências. Também sustenta que as margens de lucro se mantiveram estáveis e que os clientes gastaram mais.

A AHRESP, representada pela secretária-geral Ana Jacinto, pediu reforço de apoio a fundo perdido, numa entrevista ao Negócios e à Antena 1. A associação afirma que a realidade tem sido mais exigente para os empresários em meses recentes.

Contexto institucional e pedidos de apoio

A posição do BdP contrasta com relatos de empresários que dizem que os custos elevados comprimem margens e prejudicam a liquidez. A diferença entre a leitura oficial e a perspetiva do setor tem alimentado o debate público.

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