- O buraco deixado pelo Banco Espírito Santo supera 11 mil milhões de euros.
- Além dos processos-crime, Ricardo Salgado enfrenta processo em que é acusado pela insolvência do BES.
- Anos passam e milhares de reclamações de crédito continuam a ser discutidas em tribunal.
- Discute-se quem são os culpados pela derrocada do BES, hoje conhecido como BES mau.
- O banco fica com uma situação patrimonial cada vez mais deficitária.
Os anos passam e as reclamações de crédito continuam a ser discutidas em tribunal, no âmbito de casos ligados ao Banco Espírito Santo (BES) e às responsabilidades associadas à sua derrocada. Entre os processos, destacam-se os relativos à insolvência daquele banco, que ficou conhecido popularmente como BES “mau”.
Ricardo Salgado enfrenta um processo crime relacionado com a gestão do BES, ao lado de outras ações que tentam apurar as causas da insolvência. Paralelamente, há ações civis e administrativas que visam identificar quem caberá a responsabilidade económica dos prejuízos causados aos clientes e ao sistema financeiro.
Segundo informações divulgadas, o conjunto de processos está a ser julgado ao longo dos últimos anos, com milhares de reclamações de crédito a serem debatidas em tribunal. A narrativa pública permanece centrada na identificação dos agentes responsáveis pela queda do banco.
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