- A Retail Mind, empresa portuguesa com 40 colaboradores a nível global, avança no Brasil sob liderança de Manoela Whitaker, visando crescimento estruturado e expansão internacional a partir do mercado brasileiro.
- A operação brasileira, em funcionamento desde 2023, adopta um modelo integrado de varejo e desenvolvimento imobiliário, com a gestão-geral atribuída a Manoela Whitaker para estruturar o crescimento com foco em escala e consolidação internacional.
- O modelo 360 graus envolve consultoria, gestão e operacionalização, desde a entrada jurídica num país até ao design do layout da loja, acompanhando a expansão das marcas em centros comerciais.
- Setores prioritários no Brasil incluem moda desportiva, cosméticos, entretenimento e alimentação; há oportunidade identificada em restaurantes e no segmento food & beverage em shoppings; o caso Danki ilustra a escalabilidade de marcas com potencial.
- O grupo pretende atrair até R$ 650 milhões (R$ 650 milhões) para o real estate no Brasil, visando retail parks, com início de força na última quadrant de 2026 e um portfólio previsto de cerca de 15 marcas até ao final de 2026.
A Retail Mind, consultoria portuguesa com 40 colaboradores, inicia no Brasil um novo ciclo de expansão. Liderada pela brasileira Manoela Whitaker, a gestão-geral foca no crescimento estruturado e na internacionalização de marcas a partir do mercado brasileiro, com modelo integrado para varejo e projetos imobiliários.
A aposta passa pela atuação direta na entrada em mercados, gestão operacional e design de lojas, acompanhando marcas desde a fase jurídica até ao layout e à gestão contínua. A empresa pretende posicionar o Brasil como eixo estratégico para a atuação global.
A operação no Brasil já existe desde 2023 e tem vindo a aumentar a equipa local com executivos com experiência no grupo Iguatemi, Carrefour, Multiplan e BRMalls. O objetivo é alinhar a experiência internacional às dinâmicas locais, mantendo o DNA de cada marca.
Adaptação cultural
Identificam-se setores prioritários como moda esportiva, cosméticos, entretenimento e alimentação, com foco no retalho em centros comerciais. Analisa-se também o potencial no segmento de restauração dentro de shoppings, com estratégias que conectam marca, experiência e rentabilidade.
A empresa destaca o desafio da adaptação cultural no Brasil e defende um posicionamento que preserve a identidade das marcas enquanto eleva padrões para mercados mais exigentes. A entrada brasileira utiliza uma abordagem de integração entre consultoria e execução.
A parceria com marcas brasileiras é vista como caminho para a expansão internacional, com Portugal a emergir como porta de entrada para a Europa. Questões de sustentabilidade, design e identidade de marca são centrais para a estratégia.
Potencial de mercado
A gestão brasileira aponta oportunidades no varejo resiliente e na valorização da cultura nacional, aliadas a possibilidades no imobiliário, nomeadamente retail parks. A Retail Mind pretende atrair até 650 milhões de reais para o segmento de real estate, com primeira fase prevista para o final de 2026.
Os projetos preveem unidades comerciais de diferentes dimensões, incluindo supermercados, farmácias e lojas especializadas, bem como áreas dedicadas a food & beverage, saúde e beleza, moda e entretenimento. O portfólio alvo em 2026 deverá incluir cerca de 15 marcas.
Manoela Whitaker destaca que a operação no Brasil privilegia qualidade sobre volume, com seleção criteriosa de marcas e foco na viabilidade financeira. A meta é sustentar o crescimento por meio de parcerias estratégicas e operações bem estruturadas.
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