- As reprogramações do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) prejudicaram o saldo orçamental em 456 milhões de euros entre 2023 e 2025, segundo a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO).
- A UTAO alerta também para o impacto do atraso acumulado neste ano.
- O atraso acumulado pode agravar o efeito financeiro já identificado pelas reprogramações.
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A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) alerta para atrasos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que resultaram num custo de 456 milhões de euros no saldo orçamental entre 2023 e 2025. A avaliação aponta ainda impactos associados ao atraso acumulado neste ano, ligados às reprogramações do PRR.
Segundo a UTAO, o efeito acumulado das alterações no PRR comprometeu a trajetória orçamental prevista para o período 2023-2025. O relatório sustenta que as reprogramações provocaram este desvio financeiro relevante. A divulgação destaca a importância de monitorizar a execução das obras e projetos incluídos no PRR.
O documento enfatiza que os atrasos podem influenciar a velocidade de implementação de medidas previstas pelo PRR e, por consequência, o cumprimento de metas associadas. A UTAO ressalva a necessidade de ajustes na gestão de projetos para conter novos impactos no saldo público.
Desdobramentos
As conclusões da UTAO chamam a atenção para a necessidade de vigilância contínua sobre a execução orçamental do PRR. A instituição indica que o atraso acumulado neste ano aumenta a pressão sobre planeamento e controlo financeiro. futuras revisões orçamentais poderão emergir conforme o acompanhamento do plano progride.
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