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KLM reduz voos: menos 80 no próximo mês devido ao custo do combustível

KLM reduz oitenta voos em Schiphol no próximo mês devido ao custo do combustível; passageiros afetados serão remarcados, sem falta de abastecimento com combustível

KLM
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  • A KLM vai operar 80 voos de ida e volta a partir de Schiphol, no próximo mês, devido ao aumento dos custos de combustível, representando menos de 1% dos seus voos europeus.
  • A transportadora garantiu que não há falta de combustível e que os passageiros afetados serão remarcados para o próximo voo disponível, com realocação rápida em destinos com várias frequências diárias, como Londres e Düsseldorf.
  • A redução envolve apenas voos dentro da Europa que, face aos custos do combustível, já não são economicamente viáveis para operar.
  • A Agência Internacional de Energia alertou que a Europa pode enfrentar mais seis semanas de combustível disponível para aviões, indicando potenciais cancelamentos se o abastecimento continuar bloqueado.
  • O grupo Lufthansa anunciou o encerramento da filial regional CityLine devido ao aumento dos custos do querosene, com retirada imediata de 27 aviões do programa e futuras eliminações de rotas e de parte da frota.

A KLM vai reduzir 80 voos de ida e volta no próximo mês em Schiphol, Amesterdão, devido ao aumento dos custos com combustível. A companhia informou a alteração no seu site oficial.

A decisão afeta voos dentro da Europa e não representa todos os serviços da rede. A KLM explicou que os ajustes visam manter a viabilidade financeira face ao custo acrescido do combustível. O aeroporto não registou falta de combustível.

A transportadora indicou que os passageiros impactados serão remarcados para o próximo voo disponível. Planos de reposicionamento são facilitados por rotas com várias frequências diárias, como Londres e Düsseldorf.

Contexto global

A IEA alertou que a Europa pode enfrentar mais seis semanas de disponibilidade limitada de combustível para aviões, com potenciais cancelamentos se o abastecimento se manter bloqueado. A entidade destacou impactos na conectividade aérea.

A Associated Press citou Fatih Birol, diretor da IEA, a referir-se à crise energética como a maior já enfrentada, com consequências para voos entre cidades europeias caso o cenário persista.

Medidas de companhias na região

A Lufthansa anunciou o encerramento da CityLine, por custos elevados de querosene e conflitos laborais. A medida, já anunciada, passa a efeito imediato, com retirada de 27 aeronaves do programa.

A Hertz dos ajustes inclui o fim do programa de verão para várias rotas intercontinentais, com saída de quatro A340-600 e dois B747-400 da frota em outubro. O passo seguinte envolve reduzir rotas de curta e média distância.

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