- A UGT defende a possibilidade de aplicar o banco de horas por acordo nas empresas, desde que fique previsto na negociação colectiva.
- Propõe ainda que trabalhadores com filhos pequenos fiquem de fora do banco de horas.
- Pede um acréscimo de 50% em caso de saldo favorável ao trabalhador.
- Estas contrapropostas teriam sido apresentadas na última reunião com o Governo e com representantes das confederações empresariais.
- A concertação social reúne-se novamente esta quinta-feira para discutir o tema.
A UGT apresentou contrapropostas no âmbito do pacote laboral numa reunião com o Governo realizada na última segunda-feira. A proposta central prevê a possibilidade de aplicar o banco de horas por acordo entre empresa e trabalhadores, desde que integrado na negociação coletiva.
Segundo o eco das negociações, a UGT defende que o banco de horas só possa avançar com acordo coletivo. Além disso, defende que trabalhadores com filhos pequenos fiquem fora do banco, sem prejuízo de direitos.
Outra condição apresentada é o pagamento de um acréscimo de 50% em caso de saldo favorável ao trabalhador. A contraproposta deverá ser discutida com as confederações empresariais, no âmbito da concertação social.
Propostas da UGT e próximos passos
Os parceiros devem volver reunir-se na sede da concertação social nesta quinta-feira para continuar as negociações. A agenda centra-se no impacto do banco de horas e na eventual implementação de uma jornada contínua.
As informações indicam que a UGT reiterou estas linhas na reunião com o Governo e com representantes patronais, com o objetivo de encontrar um ponto de equilíbrio entre disponibilidade laboral e proteções aos trabalhadores.
A concertação social continua a analisar o conjunto de propostas apresentadas, com foco na viabilidade, nos impactos económicos para as empresas e nos direitos laborais dos trabalhadores.
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