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Armazéns vazios: caminhos para transformar em negócios rentáveis

Transformação de armazéns vazios em centros de self-storage impulsiona rentabilidade, com automação e acesso 24 horas em Portugal

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  • A falta de espaço nas cidades impulsiona o crescimento de espaços de self-storage, com a SSolid a transformar armazéns vazios em negócios rentáveis, nomeadamente em Gaia.
  • O conceito envolve desenhar o centro em função das necessidades do cliente e do público local, seguido de planeamento, fabrico e instalação de divisórias, segurança e software de gestão pela SSolid.
  • A automação é fundamental: sistema centralizado permite gerir contratos, pagamentos e acessos remotamente, com acesso 24 horas por dia sem equipa fixa de vigilância.
  • A segurança permanece prioritária, com tecnologias que asseguram proteção mesmo em espaços totalmente automatizados.
  • O mercado em Portugal está a crescer: cerca de 70% dos utilizadores são particulares, 30% são empresas, com projetos já em Gaia, Coimbra, Braga e Setúbal, entre outras cidades.

A falta de espaço nas cidades impulsiona o crescimento de espaços de self-storage. A SSolid está a transformar armazéns vazios em negócios rentáveis, trazendo para Portugal uma solução já consolidada em outros países. O foco é otimizar cada metro quadrado disponível.

O conceito, conhecido como auto-armazenamento, permite guardar bens que não cabem em casa ou na empresa. Em Gaia, a SSolid, com sede em Espanha, planeia, constrói e acompanha estes projetos desde o estudo inicial até à operação.

A directora comercial global da SSolid, Montse Fernández Conde, explica o modelo: desenhar o centro a partir das necessidades do cliente e da procura local. A empresa fabrica divisórias, instala sistemas de segurança e desenvolve o software de gestão.

Automação e Segurança

A automação é central nos espaços de self-storage. Com um sistema central, clientes gerem contratos, pagamentos e acessos remotamente. Acesso é possível 24 horas por dia, sem necessidade de vigilância permanente.

Apesar da operação automatizada, a segurança continua prioritária. Os armazéns da SSolid integram tecnologias que asseguram proteção em ambientes totalmente digitais e controlados.

Quem utiliza estes espaços? Cerca de 70% são particulares, à procura de soluções para bens pessoais. Os restantes 30% são profissionais ou empresas, operadores, investidores ou proprietários que convertem imóveis em centros de self-storage.

Um mercado em expansão

O self-storage está consolidado no EUA e no Reino Unido, e está a crescer em Portugal. O dinamismo urbano favorece a procura de espaço adicional, segundo a SSolid. A empresa já desenvolveu projetos em Gaia, bem como em outras cidades portuguesas.

Além de Gaia, a SSolid já trabalhou em cidades como Coimbra, Braga e Setúbal, entre outras. O fenómeno cresce à medida que as dinâmicas urbanas mudam e a necessidade de espaço aumenta.

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