- Stefano Gabbana demitiu-se do cargo de presidente da Dolce & Gabbana em janeiro, conforme documento apresentado à câmara de comércio de Milão.
- Não está claro se manterá a liderança criativa da casa ao lado de Domenico Dolce.
- A saída foi adiantada pela Bloomberg; os credores procuram até 150 milhões de euros para um refinanciamento de 450 milhões de euros de dívida.
- A Dolce & Gabbana considera vender imóveis ou renovar licenças para angariar fundos; Alfonso Dolce foi nomeado novo presidente.
- Domenico Dolce mantém 40% do negócio; não houve comentário oficial da empresa sobre a saída de Gabbana.
Stefano Gabbana demitiu-se do cargo de presidente da Dolce & Gabbana, em Janeiro, conforme documentos apresentados pela empresa à câmara de comércio de Milão e obtidos pela Reuters. A saída ocorre sem confirmação oficial sobre a continuidade da liderança criativa ao lado de Domenico Dolce.
Segundo o documento, o co-fundador, de 63 anos, comunicou a decisão em Dezembro, que passou a vigorar a 1 de Janeiro. O novo presidente nomeado é Alfonso Dolce, irmão de Domenico, que já ocupava o papel de diretor executivo.
A empresa enfrenta um refinanciamento de até 150 milhões de euros, parte de uma dívida total de 450 milhões. Os credores avaliam a venda de imóveis e a renovação de licenças como estratégias de captação de recursos. A Dolce & Gabbana não comentou a demissão de Gabbana.
Domenico Dolce mantém 40% do negócio, enquanto Gabbana entregou a presidência. Ainda não se sabe se a saída envolve apenas a gestão ou também a componente criativa da marca, que já desfilou em Milão mesmo após o anúncio.
A casa de moda foi fundada em 1985 pelos dois estilistas, que estiveram juntos por muito tempo. A marca consolidou-se como referência italiana, com uma estética mediterrânea e presença de celebridades internacionais.
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