- Montenegro garantiu que a privatização da Caixa Geral de Depósitos não é uma hipótese enquanto for primeiro-ministro.
- O primeiro-ministro afirmou que a CGD deve executar políticas públicas e manter-se na esfera pública pelo seu papel social e de estabilização do sistema financeiro.
- O anúncio foi feito durante o evento dos 150 anos da CGD, com a presença de Luís Montenegro e do presidente do conselho de administração, António Farinha Morais.
- António Farinha Morais disse: “A Caixa é, foi e continuará a ser uma instituição do Estado”, destacando o papel do banco público.
- O presidente do conselho elogiou Paulo Macedo e referiu-se aos dividendos pagos pela CGD.
O Primeiro-Ministro Luís Montenegro afirmou que a privatização da Caixa Geral de Depósitos (CGD) não está em cima da mesa, mantendo a CGD na esfera pública. A posição foi comunicada durante um evento de celebração dos 150 anos do banco público.
A declaração surge no contexto de debates sobre o papel da CGD na execução de políticas públicas, com Montenegro a sublinhar a importância social da instituição e a sua função de estabilização do sistema financeiro nacional. O chefe do Governo elogiou também o desempenho da CGD sob liderança de Paulo Macedo.
No mesmo ato, António Farinha Morais, presidente do conselho de administração da CGD, preservou a visão institucional da banca pública, lembrando que a CGD tem historicamente estado ligada ao Estado. O encontro reuniu várias personalidades políticas e financeiras, reforçando o alinhamento entre Governo, CGD e o papel social da instituição.
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