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TAP regista lucro de 4,1 milhões de euros no ano passado

TAP fecha 2025 com lucro de 4,1 milhões, após prejuízo no quarto trimestre devido ao ajuste de IRC; privatização continua e mira reforçar liderança no Brasil

TAP está num processo de privatização de 49,9% do capital
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  • A TAP registou lucro líquido de 4,1 milhões de euros em 2025, abaixo do ganho de 53,7 milhões em 2024.
  • O quarto trimestre sofreu um prejuízo de 51 milhões de euros, fortemente impactado por um efeito externo de IRC de 42 milhões relacionado à reavaliação de ativos por impostos diferidos.
  • Excluindo esse efeito, o quarto trimestre teria sido negativo em 9,1 milhões, levando o lucro anual a 46 milhões de euros, e 2025 foi o quarto ano seguido com resultados positivos.
  • As receitas operacionais somaram 4,3 mil milhões de euros (mais 1,2%), com um resultado operacional recorrente de 243,4 milhões e custos de 4,07 mil milhões (mais 3,6%).
  • A TAP transportou 16,7 milhões de passageiros (mais 3,4%), e a privatização em curso visa reforçar a liderança no Brasil, com duas novas rotas e expansão das operações a partir do Porto, incluindo um hub de manutenção.

A TAP registou um lucro de 4,1 milhões de euros em 2025, apesar de ter terminado o último trimestre com prejuízo de 51 milhões. O resultado anual ficou abaixo do ganho de 53,7 milhões de 2024.

Segundo a transportadora, o revés final deveu‑se sobretudo a um efeito externo relativo ao IRC, de 42 milhões, por reavaliação de activos após a redução da taxa. Excluindo este efeito, o quarto trimestre seria negativo em 9,1 milhões.

A TAP atuou ainda com uma privatização em curso, com propostas de Lufthansa e Air France‑KLM para 44,9% do capital, acrescidas de 5% para trabalhadores. O objetivo é reforçar a liderança no Brasil.

Resultados operacionais e tráfego

As receitas operacionais atingiram 4,3 mil milhões de euros, mais 1,2% face a 2024, enquanto o resultado operacional recorrente foi de 243,4 milhões. Os custos totais somaram 4,07 mil milhões, mais 3,6%.

No ano, a TAP transportou 16,7 milhões de passageiros, mais 3,4% que em 2024. O desempenho mantém o crescimento impulsionado pela rede transatlântica, com foco no Brasil.

Perspetivas e custos

A administração avança que o crescimento de 2026 deverá vir sobretudo das rotas transatlânticas e da expansão no Porto, incluindo um hub de manutenção. Os custos com combustível devem ser parcialmente mitigados por ajustamentos de preço, acompanhando as tendências de mercado.

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