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Pernambucano lidera criação de banco que liga Brasil, China e CPLP

Banco digital liderado por pernambucano planeia ligar Brasil, China e CPLP, com operações no Brasil este semestre e na China até 2026

O empresário brasileiro Gildo Baptista Jr. quer ampliar operações do China Brasil Bank à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
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  • O China Brasil Bank (CBB) é um banco digital liderado pelo empresário pernambucano Gildo Baptista Jr., que pretende iniciar operações no Brasil neste semestre e na China até ao final de 2026.
  • O objetivo é integrar sistemas financeiros entre Brasil e China, facilitando transações entre os dois países e apoiar empresários brasileiros no mercado chinês.
  • O projeto nasceu a partir de missões empresariais do Grupo Teleport e com base nas dificuldades identificadas em pagamentos, acesso bancário e operações financeiras na China.
  • O CBB deverá operar inicialmente como banco digital, com planos de abrir agências futuras em Macau, Hong Kong, Pequim, Xangai e Cantão; no Brasil as contas abrir-se-ão sem depósito inicial.
  • A expansão para países da CPLP está nos planos, após consolidar atuação no Brasil e na China, beneficiando empresários lusófonos que vivem em Portugal e noutros países da comunidade.

O China Brasil Bank (CBB) é um banco digital cuja criação é liderada pelo empresário pernambucano Gildo Baptista Jr. O objetivo é iniciar operações no Brasil ainda neste semestre e na China até ao final de 2026, para facilitar transações entre os dois países e apoiar empresários brasileiros no mercado chinês.

A iniciativa nasceu a partir de missões empresariais do Grupo Teleport, que apontou dificuldades de pagamento, acesso a serviços bancários e operações financeiras na China. A ausência de bancos brasileiros privados ou digitais no país revelou uma oportunidade de intervenção.

Segundo Baptista Jr., o CBB pretende integrar o PIX com os meios de pagamento chineses, visando transação em yuan. A lacuna identificada levou à concepção de um meio de pagamento comum aos dois sistemas, com foco na facilidade de uso para empresas brasileiras.

O projeto faz parte de um ecossistema mais amplo de negócios Brasil-China, que já inclui o Hub Brasil China e a Escola China Brasil. O Hub oferece endereço comercial e suporte, enquanto a escola capacita empresários para linhas de financiamento no exterior.

A China foi escolhida com base nas experiências de 2023, após a pandemia, quando empresários participaram de feiras como o MIECF em Macau. A missão China Teleport já teve dez edições e auxilia na presença de empresários brasileiros no país.

O CBB deverá funcionar inicialmente como banco digital, com planos de abrir agências em Macau, Hong Kong, Pequim, Xangai e Cantão no futuro. Baptista Jr. afirma que 2026 é o momento para os primeiros passos, com expansão gradual conforme resultados.

No Brasil, a abertura de contas será permitida a quem possuir CPF ativo, sem depósito inicial. Na China, o foco é atender cidadãos chineses interessados em viajar ou negociar com o Brasil, facilitando pagamentos dentro do país.

Além de serviços financeiros, o ecossistema prevê acesso a endereço comercial na China, capacitação empresarial e missões comerciais. O público terá ainda acesso a cursos da universidade corporativa e consultoria em comércio Brasil-China.

As parcerias institucionais incluem o IPIM de Macau para abertura e legalização da empresa, a University of Saint Joseph para incubação inicial e o Cyberport, em Hong Kong. Negotiacoes já estão em curso com investidores chineses e empresários lusófonos.

A estratégia de expansão prevê, após consolidar Brasil e China, ampliar operações para os países da CPLP. Macau é visto como porta de entrada pela relação histórica e cultural com o Brasil e demais nações lusófonas.

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