- A Iniciativa Liberal pediu ao Governo que entregue no parlamento, sem mais adiamentos, a proposta de revisão da lei laboral.
- A IL acusou a UGT de impedir que as negociações avancem na concertação social.
- Mariana Leitão afirmou que a concertação representa apenas sete por cento dos trabalhadores.
- Pediu ao Governo que submeta a proposta ao parlamento para discussão pelos partidos, em vez de adiar novamente.
- Defendeu um mercado de trabalho mais flexível e competitivo, com maior escala para que haja mais empresas maiores a competir na União Europeia.
A Iniciativa Liberal pediu ao Governo que apresente no parlamento, sem novos adiamentos, a proposta de revisão da lei laboral. A crítica recai sobre a concertação social e a atuação da UGT, que, segundo o partido, bloqueia o avanço das negociações.
A IL afirmou que a concertação social não representa hoje os trabalhadores, alegando que apenas uma parcela mínima participa nas negociações. A líder do partido, Mariana Leitão, sustenta que o modelo atual discute temas do século XX.
Leitão desafiou o executivo PSD/CDS a submeter a sua proposta ao parlamento, para permitir o debate legislativo e a leitura de posições partidárias. Acrescentou que não há margem negocial por parte da concertação social para alcançar entendimentos.
Contexto e reflexão sobre o mercado de trabalho
A dirigente defendeu a necessidade de um mercado de trabalho mais flexível e competitivo, capaz de favorecer o crescimento das empresas e a defesa dos direitos dos trabalhadores. Afirmou ainda que Portugal tem um tecido empresarial composto sobretudo por micro, pequenas e médias empresas e que é preciso maior escala.
Entre na conversa da comunidade