- O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que, mesmo com o fim da guerra no Médio Oriente, o mundo deverá enfrentar anos de crescimento económico revisto em baixa.
- A energia ficará mais cara e o turismo deverá registar quedas, refletindo efeitos persistentes na procura global.
- A fome mundial deverá aumentar, com impactos diretos no custo de vida e na inflação.
- As cadeias globais de abastecimento também vão sofrer, complicando a recuperação económica.
- As perspetivas mantêm-se negativas para várias economias, exigindo políticas que mitiguem os efeitos sobre famílias e mercados.
O FMI alerta que a resolução do conflito no Médio Oriente não encerra os efeitos económicos globais. Mesmo com o fim da guerra, o mundo deverá enfrentar vários anos de crescimento revisto em baixa. A energia mais cara é apontada como principal desafio, acompanhada pela menor atividade turística e pelo aumento da fome, fatores que influenciam diretamente o custo de vida.
Segundo o organismo, as perturbações no mercado energético deverão manter pressão sobre os preços, afetando famílias e empresas. A inflação tende a permanecer elevada e as cadeias globais de abastecimento podem permanecer fragilizadas, com repercussões generalizadas.
A instituição energética também frisa que o custo de vida global deve subir, refletindo o impacto da energia, do turismo reduzido e do aumento da fome. O FMI acrescenta que o crescimento económico mundial será revisto em baixa nos próximos anos, afetando várias regiões e setores.
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