- A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) afirmou não estar surpreendida com a decisão da UGT de rejeitar a atual proposta de revisão da legislação laboral.
- Em comunicado, a CTP disse não estar disponível para continuar processos meramente dilatórios.
- A posição foi expressa após o secretariado nacional da UGT ter tornado pública a decisão nesta quinta-feira.
- A confederação sustenta que, face à evolução do processo negocial nos últimos meses, não é razoável regressar repetidamente a uma mesa para reabrir matérias já amplamente discutidas.
- Segundo a CTP, o núcleo essencial da reforma deve manter-se como foco da intervenção.
A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) afirmou hoje não estar surpresa com a decisão da UGT de rejeitar a atual proposta de revisão da legislação laboral e de não estar disponível para continuar processos meramente dilatórios.
Em comunicado, a CTP, liderada por Francisco Calheiros, explicou que a decisão do secretariado nacional da UGT tomada nesta quinta-feira não constitui surpresa, à luz da evolução do processo negocial ao longo dos últimos meses.
A confederação acrescentou que não é razoável nem funcional regressar à mesa negocial para reabrir matérias já amplamente discutidas, cujo núcleo essencial corresponde à reforma estrutural que Portugal necessita.
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