- O Núcleo de Estudos Económicos da Universidade Católica estima que a economia portuguesa cresceu 2,4% em termos homólogos e 0,2% em cadeia no 1.º trimestre.
- A síntese da folha trimestral de conjuntura aponta para uma desaceleração em cadeia de 0,9% para 0,2% no arranque do ano, devido ao aumento das importações com a subida dos preços dos combustíveis, afetada pelo conflito no Médio Oriente.
- Não é de descartar estagnação ou contração em cadeia, sobretudo pelo comportamento do investimento (vendas de cimento) e das exportações, segundo os economistas do Católica-Lisbon Forecasting Lab.
- O cenário central mantém-se de ligeiro crescimento, segundo o NECEP.
O Núcleo de Estudos Económicos da Universidade Católica (NECEP) estima que a economia portuguesa tenha crescido 2,4% em termos homólogos e 0,2% em cadeia no 1.º trimestre. No entanto, admite a possibilidade de estagnação ou contração no curto prazo.
A previsão aponta para uma desaceleração em cadeia de 0,9% para 0,2% no arranque do ano. O NECEP aponta o aumento das importações, refletindo o recente uptrend nos preços dos combustíveis, e o impacto do conflito no Médio Oriente como fatores contributivos.
O cenário central aponta para um ligeiro crescimento, mas os economistas do Catholic-Lisbon Forecasting Lab alertam para riscos de estagnação ou contração em cadeia. O comportamento recente do investimento e das exportações é mencionado como fator de atenção.
Contexto económico atual
A evolução prevista envolve maior pressão sobre as contas externas, com maior peso das importações. A produção industrial e a construção são áreas citadas entre os principais indicadores a acompanhar nos próximos meses.
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