- Sete em cada dez candidaturas às medidas de apoio do Programa Regressar foram aprovadas, com 6.932 entradas no último período, que terminou a 31 de março.
- Desde 2019, data de início do programa, foram submetidas 25.186 candidaturas, sendo cerca de 70% aprovadas.
- Cerca de 75% das candidaturas dizem respeito a trabalho por conta de outrem e 25% a atividades por conta própria.
- Dos destinatários, 55% são homens e 45% mulheres, com 42% a terem entre 35 e 44 anos.
- As candidaturas têm origem sobretudo na Suíça (25%), França (23%), Reino Unido (13%) e Alemanha (5%).
Sete em cada dez candidaturas às medidas de apoio ao regresso de emigrantes a Portugal, integradas no Programa Regressar, foram aprovadas. No último período, que terminou a 31 de março, entraram 6.932 candidaturas.
Desde o início do programa, em 2019, foram submetidas 25.186 candidaturas, com cerca de 70% aprovadas. A maioria das propostas está relacionada com trabalho por conta de outrem (75%), em detrimento de atividades por conta própria (25%).
Perfil dos destinatários
Entre os beneficiários, 55% são homens e 45% mulheres. Quarenta e dois por cento têm entre 35 e 44 anos. Treinta por cento possuem habilitações académicas ao nível superior (bacharelato, licenciatura, mestrado ou doutoramento).
Origem das candidaturas
No conjunto das candidaturas, as origens mais representativas são a Suíça (25%), França (23%), Reino Unido (13%) e Alemanha (5%).
Contexto institucional
Em outubro, com a apresentação do OE para 2026, o Governo anunciou o programa “Voltar”, destinado a incentivar portugueses trabalhadores, investidores ou reformados a regressar a Portugal.
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