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Companhia chinesa lança primeira rota direta Lisboa–Pequim

Beijing Capital Airlines estreia rota direta Lisboa-Pequim, com voos semanais a partir de final de junho, em operação de três meses

Voos para a capital chinesa vão acontecer durante a temporada de verão
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  • A Beijing Capital Airlines lançou a primeira rota direta entre Lisboa e Pequim, com início no final de junho e duração de cerca de três meses.
  • Voos semanais partem de Pequim Daxing às 10h55, com chegada a Lisboa às 17h15; os regresso saem de Lisboa às 18h55, chegando a Pequim no dia seguinte às 14h00.
  • A rota será operada em Airbus A330, com classe executiva e económica.
  • Atualmente não existem ligações diretas regulares Lisboa–Pequim; normalmente há escalas em hubs europeus ou do Médio Oriente.
  • A expansão de voos diretos China–Portugal ocorre num contexto de vantagens operacionais para companhias chinesas, incluindo acesso ao espaço aéreo russo.

A Beijing Capital Airlines inaugurou uma ligação direta entre Pequim e Lisboa. A operação começa no final de junho e deverá durar cerca de três meses, com voos semanais programados. A iniciativa responde a uma procura existente por ligações entre Portugal e a China.

Partem de Pequim Daxing às 10:55, com chegada a Lisboa prevista para as 17:15 (horário local). Os regresso saem de Lisboa às 18:55, com chegada a Pequim às 14:00 do dia seguinte. A rota será operada com aeronaves Airbus A330 de fuselagem larga, com classes executiva e económica.

A nova ligação não tem voos diretos regulares entre Lisboa e Pequim até ao momento, sendo as opções atuais maioritariamente com escalas. A operação surge num contexto de alterações na aviação devido ao cenário regional.

Contexto da rota

A Beijing Capital Airlines já opera uma ligação direta entre Lisboa e Hangzhou, a única ligação direta entre Portugal e a China até agora, com dois voos semanais. A ligação Lisboa-Hangzhou tem manutenção regular desde a retoma das ligações após o fim da política de zero covid.

O lançamento ocorre num quadro de assimetrias operacionais no setor. Companhias aéreas chinesas beneficiam de acesso ao espaço aéreo russo, o que encurta trajetos entre a Ásia e a Europa. Em contrapartida, operadoras europeias veem restrições que elevam tempos de voo e consumo de combustível.

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