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Ackman propõe aquisição de 56 mil milhões de euros da Universal Music

Proposta de aquisição de 56 mil milhões de euros envolve fusão da Universal Music Group com Pershing Square SPARC Holdings, com prémio de 78% e cotação primária na bolsa de Nova Iorque

ARQUIVO. Taylor Swift atua durante a digressão 'The Eras Tour', em Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá, em dezembro de 2024
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  • Bill Ackman propõe fundir a Universal Music Group com a Pershing Square SPARC Holdings, num negócio de €56 mil milhões, a €30,40 por ação, com prémio de 78% face ao fecho anterior.
  • A oferta é mista: €5,05 em dinheiro por ação (total de €9,4 mil milhões) mais 0,77 ações da nova entidade resultante da fusão.
  • A operação prevê cotação primária na Bolsa de Nova Iorque e o cancelamento de cerca de 17% das ações da UMG.
  • O financiamento em numerário inclui €2,5 mil milhões da Pershing Square, €5,4 mil milhões em nova dívida e a venda da participação da UMG na Spotify (≈€1,5 mil milhões após impostos).
  • A governança pode incluir Michael Ovitz como presidente do conselho e dois representantes da Pershing Square; as ações da UMG subiram até 24% na sessão de Amesterdão.

Bill Ackman propôs uma operação de 56 mil milhões de euros para fundir a Universal Music Group (UMG) com o veículo de aquisição Pershing Square SPARC Holdings, sediado nos EUA. A oferta prevê um prémio de 78% face ao preço de fecho anterior e pode gerar cotação primária na Nasdaq.

A proposta combina dinheiro e ações: 5,05 euros em dinheiro por ação, total de 9,4 mil milhões de euros, mais 0,77 ações da nova entidade resultante da fusão. O financiamento inclui 2,5 mil milhões de euros de Pershing Square e 5,4 mil milhões em nova dívida, além da venda da participação da UMG na Spotify, estimada em 1,5 mil milhões de euros após impostos e pagamentos a artistas.

O negócio prevê a listagem primária na Bolsa de Nova Iorque, objetivo já estudado pela UMG, que adiou por condições de mercado. A operação envolveria o cancelamento de cerca de 17% das ações da UMG. O plano também prevê regras de governação, com Michael Ovitz escolhido para presidir o conselho, acompanhado por dois representantes da Pershing Square.

Reação do mercado

As ações da UMG chegaram a subir 24% durante a sessão de terça-feira em Amesterdão, após a divulgação da proposta. Nem a UMG nem os principais acionistas comentaram publicamente.

Dados da Bloomberg indicam que a Vivendi SE detém perto de 10% da UMG e a Tencent Holdings cerca de 11%. Outros investidores importantes também devem influenciar o desfecho do negócio.

Analistas consideram que a viabilidade da proposta depende do alinhamento com o maior acionista da UMG. O veículo Bolloré SE, ligado à família Bolloré, detém mais de 18% do capital e é o maior acionista, além de ser acionista da Vivendi.

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