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Tripulantes de cabine da TAP contestam afastamento no processo de venda

SNPVAC denuncia proibição de contacto entre proponentes da privatização da TAP e estruturas dos trabalhadores, na avaliação de propostas da Lufthansa e Air France–KLM

Privatização da TAP envolve no total 49,9% do capital, dos quais 5% para os trabalhadores
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  • SNPVAC afirma que os candidatos à privatização da TAP de 44,9% ficaram impedidos de contactar as estruturas representativas dos trabalhadores.
  • O sindicato sustenta que a decisão impede a apresentação de intenções e projetos para a empresa.
  • A direção do SNPVAC critica o Governo por manter sindicatos afastados e pede um processo transparente, participativo e aberto ao diálogo.
  • Além dos 44,9% a alienar a um grupo do sector da aviação, há mais 5% do capital destinados aos trabalhadores; propostas da Lufthansa e da Air France–KLM são não vinculativas e a IAG saiu da corrida.
  • As propostas vão ser analisadas pela Parpública, com 30 dias para entregar um relatório ao Governo, prazo que pode ser suspenso se forem pedidos esclarecimentos; depois, cabe ao Conselho de Ministros solicitar propostas vinculativas.

O Sindicato Nacional dos Tripulantes de Cabine da Aviação Civil (SNPVAC) acusa o processo de privatização da TAP de ser conduzido sem participação das estruturas representativas dos trabalhadores. Alega que aos interessados na venda de 44,9% do capital foi imposta uma proibição de contacto com os representantes dos trabalhadores. O SNPVAC afirma que isso impede a apresentação de estratégias para a empresa.

A comunicação sindical foi dirigida aos associados da TAP e refere que a decisão foi tomada no dia 4, um dia depois de terem sido tornadas públicas as propostas não vinculativas de dois consórcios. O sindicato critica a postura do Governo e pede transparência e diálogo no processo.

Propostas de privatização ainda em análise

Segundo o SNPVAC, a privatização envolve 44,9% do capital a alienar a um grupo do setor da aviação, com mais 5% reservados aos trabalhadores da TAP. As propostas da Lufthansa e da Air France-KLM vão ser analisadas pela Parpública, entidade estatal responsável pela gestão das privatizações.

A Parpública tem 30 dias para entregar um relatório ao Governo, prazo que pode ser suspenso se houver pedidos de esclarecimentos aos proponentes. Segue-se, depois, a decisão do Conselho de Ministros sobre a eventual apresentação de propostas vinculativas.

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