- As seguradoras já pagaram 303 milhões de euros em danos causados pelas tempestades, com prejuízos indemnizáveis a atingir cerca de 983 milhões de euros e perspetiva de superar 1 mil milhão.
- Até ao momento, foram registadas 185 mil participações de sinistros, com 95 mil sinistros encerrados ou alvo de adiantamento.
- Em habitações, estima-se 481 milhões de euros de perdas; já foram pagos 223 milhões.
- Municípios com maior volume de perdas protegido por seguro: Leiria (307 milhões de euros, 93 milhões pagos), Marinha Grande (112 milhões, 36,5 milhões pagos) e Pombal (72 milhões, 25 milhões pagos).
- A Associação Portuguesa de Seguradores aponta que o setor pretende pagar rapidamente as indemnizações, mas reconhece a existência de procedimentos legais e contratuais a cumprir para evitar abusos.
As seguradoras já pagaram 303 milhões de euros em indemnizações pelos danos provocados pelas tempestades que afetaram o país entre 27 de janeiro e 13 de fevereiro. As perdas indemnizáveis apuradas chegam a 983 milhões de euros, com a previsão de ultrapassar o milhar de milhões.
Segundo a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), já foram apresentadas 185 mil participações de sinistros, das quais 95 mil já foram encerradas ou adiantadas. Muitos casos referem-se a habitações, com 481 milhões estimados em perdas nesse setor; já foram pagos 223 milhões.
Entre os concelhos com maior volume de perdas protegidas, destacam-se Leiria, Marinha Grande e Pombal. Em Leiria, existem 36.843 sinistros estimados em 307 milhões de euros, com 93 milhões já pagos. Em Marinha Grande, 11.138 sinistros valem 112 milhões, com 36,5 milhões pagos. Em Pombal, 11.599 sinistros somam 72 milhões, com 25 milhões liquidados.
A APS assegura que o setor pretende pagar as indemnizações com a maior rapidez possível, mas aponta que existem procedimentos legais e contratuais a cumprir para evitar abusos.
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