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Registos de alojamentos locais em queda inédita e deverão cair ainda mais

Registo de alojamentos locais em queda histórica no país, com cerca de sete mil registos eliminados entre dezembro de 2025 e o dia 3, perspetiva de nova redução

É a primeira descida desde que há registo nacional
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  • O registo de alojamentos locais (AL) regista declínio a nível nacional, com cancelamentos por falta de seguro, desconformidades legais, cessação de atividade e recusa de novas unidades pelos municípios.
  • Entre dezembro de 2025 e o dia 3 seguinte, desapareceram cerca de sete mil registos.
  • A tendência ascendente do AL, que desde 2019 tinha aumentado em 33.818 unidades até ao ano passado, inverteu-se.
  • Tudo indica que a queda deve continuar, com câmaras de várias cidades a ajustar regras para conter a expansão do turismo em zonas de maior pressão.
  • O Parlamento Europeu tem vindo a destacar a percentagem de casas para turismo em Portugal como “alarmante” face à crise habitacional, defendendo equilíbrio entre turismo e habitação acessível.

O registo de alojamentos locais (AL) está a regredir a nível nacional. São registados cancelamentos por falta de seguro, desconformidades legais, cessação de atividade e recusa de instalação de novas unidades por parte dos municípios. Entre dezembro de 2025 e o dia 3 do mês seguinte desapareceram cerca de sete mil registos.

A queda ocorre num contexto de críticas da União Europeia ao peso do alojamento turístico em Portugal, em alternativa à crise habitacional. O parlamento europeu aponta a percentagem de AL como alarmante e defende um equilíbrio entre turismo e habitação acessível.

O movimento de alta que vigorou desde 2019, com um aumento de 33.818 unidades até ao ano passado, inverteu-se. Fontes públicas indicam que a tendência deverá continuar em queda, com câmaras de diversas regiões a intensificar a fiscalização e a imposição de regras mais restritivas.

Cidades que ajustam regras

Lisboa, Porto, Viana do Castelo, Sesimbra, Faro, Almada, Sintra, Nazaré, Cascais e Funchal já anunciaram medidas para conter a expansão do AL, sobretudo em zonas com maior pressão demográfica. As ações visam clarificar requisitos, licenciamento e fiscalização de unidades existentes e novas.

O efeito esperado é uma contenção adicional do registo de AL, que poderá manter-se em baixa nos próximos meses, segundo previsões locais. A monitorização oficial continuará a acompanhar a evolução do setor no conjunto do país.

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