- O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, disse que a privatização da TAP pode avançar mesmo com apenas um concorrente, desde que o interesse do Estado seja garantido.
- O Governo está à espera do relatório da Parpública e analisa propostas de grandes grupos europeus, como Air France-KLM e Lufthansa.
- O processo é apresentado com garantias de segurança e transparência em todas as fases.
- A afirmação foi feita na terça-feira, 7 de abril.
O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, afirmou que a privatização da TAP pode prosseguir mesmo na perspetiva de apenas um concorrente interessado, desde que o interesse do Estado esteja assegurado. A posição foi apresentada após o Governo indicar que o processo exige segurança e transparência.
O Executivo está à espera do relatório da Parpública, peça central do processo de venda da posição do Estado na transportadora. Paralelamente, avalia propostas de grandes grupos europeus, nomeadamente Air France-KLM e Lufthansa, sem adiantar épocas para o desfecho.
De acordo com o ministro, a entrada de apenas um interessado não invalida a viabilidade do negócio, desde que haja salvaguardas suficientes para o interesse público e a estabilidade da TAP. O governo mantém o fio condutor de um processo claro e rigoroso.
No contexto, o Governo ressalva que a decisão final depende de condições que respondam a critérios estratégicos, económicos e regulatórios. O objetivo é assegurar eficiência operatória, redução de custos e continuidade de serviço para os passageiros.
No plano da agenda, o processo continua em fase de avaliação técnica e jurídica. Não há, para já, confirmação de prazos definitivos, sendo prioridade consolidar uma solução que garanta competitividade e sustentabilidade da TAP.
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