- Quatro entidades públicas ligadas à gestão e controlo de fundos europeus abandonaram o grupo de reflexão sobre a fraude no uso de recursos da União Europeia.
- A Inspeção-Geral das Finanças foi a primeira a bater com a porta.
- O think tank associado ao grupo está há cerca de um mês sem representante da Procuradoria-Geral da República, responsável pela criação do grupo.
- A Procuradoria-Geral da República criou o grupo.
- As saídas ocorreram nas últimas semanas, segundo o relatório.
Oito entidades públicas com funções na gestão e fiscalização de fundos europeus abandonaram, nas últimas semanas, o grupo de reflexão sobre a fraude no uso de recursos da UE, criado pela Procuradoria-Geral da República. Quatro saídas já são oficiais.
Dentre as entidades, a Inspecção-Geral das Finanças foi a primeira a cortar relações com o grupo. O objetivo do coletivo era analisar abusos na execução de apoios comunitários e propor medidas de melhoria de controlo.
O grupo foi criado pela Procuradoria-Geral da República, que continua responsável pela iniciativa. Além da IGF, outras três entidades destacam-se entre as que se desvincularam, mantendo-se o funcionamento do think tank ligado ao tema.
Outra novidade é que o think tank associado ao grupo permanece sem representante da PGR há cerca de um mês. Não foram apresentadas explicações oficiais sobre as razões das saídas.
Mudanças no quadro de participação
As saídas alteram a composição do grupo de reflexão, que tinha como finalidade debater fraudes e eventuais deficiências na gestão de fundos da UE. As informações indicam uma reorganização interna entre as entidades envolvidas.
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