- A guerra no Irão e a instabilidade geopolítica levantam preocupações sobre o poder de compra das famílias portuguesas em época de planear férias.
- Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, afirma ao Jornal de Notícias que o principal risco não é apenas o conflito, mas os seus efeitos na economia.
- A inflação, os custos energéticos e as taxas de juro elevadas podem reduzir a poupança disponível.
- Com menos poupança, muitas famílias poderão cortar ou ajustar os planos de férias.
- O sector hoteleiro está atento ao comportamento dos turistas face à conjuntura internacional.
A escalada de conflito no Irão e a instabilidade geopolítica associada levantam preocupações sobre o poder de compra dos portugueses, especialmente com as férias à vista.
Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, disse ao JN que o principal risco não é apenas a evolução do conflito, mas os seus impactos indiretos na economia.
A inflação em alta, custos energéticos elevados e subidas de juros podem reduzir as poupanças familiares e levar famílias a cortar ou ajustar planos de férias.
Os efeitos podem refletir-se na procura de alojamento turístico e na atividade do setor, que já enfrenta pressões dada a conjuntura internacional.
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