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Valência propõe limitar casas de férias em toda a cidade

Valência impõe limite a alojamentos de férias: máximo de dois por cento por bairro, 8% de habitação para residentes e até 15% nos pisos térreos

A cidade espanhola de Valência
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  • A câmara de Valência aprovou regras para limitar alojamentos de férias em toda a cidade, impondo um teto de 2% do parque habitacional por bairro e distrito.
  • Além disso, o total de alojamentos turísticos não pode exceder o equivalente a 8% dos residentes registados em cada área, em hotéis, apartamentos ou arrendamentos.
  • Até 15% dos alojamentos de férias podem situar‑se nos pisos térreos de edifícios em zonas residenciais.
  • A presidente da câmara, María José Catalá, disse que Valência passa a ser a cidade espanhola com limitação de alojamentos turísticos e que 98% das habitações devem ficar destinadas a uso habitacional.
  • Críticos da medida, como Francisco Guardeño, afirmam que muitos apartamentos turísticos continuam ilegais e que a proposta não resolve o problema da “touristflation”.

Valência aprovou regras para limitar a oferta de alojamentos de férias na cidade, numa resposta aos aumentos dos preços e aos protestos contra o turismo excessivo. A medida, anunciada pela Câmara Municipal, fixa limites por bairro e distrito.

Concretamente, as casas de férias e apartamentos turísticos não podem ultrapassar 2% do parque habitacional em cada área da cidade. O objetivo é ordenar o uso do solo e reduzir a pressão sobre o mercado de habitação.

A localidade avança ainda com um teto máximo de 8% de alojamentos turísticos relativamente ao número de residentes registados em cada zona, com uma excepção de 15% para imóveis nos pisos térreos em zonas residenciais. O posicionamento é apresentado como parte de uma estratégia urbana mais ampla.

Valência justifica a medida pela necessidade de preservar o carácter residencial da cidade, assegurando que a habitação seja destinada a moradores. A presidente da câmara, Maria José Catalá, sugere que a cidade pretende tornar-se num destino turístico urbano, organizando o setor.

Reações não se fizeram esperar. Francisco Guardeño, da Federação de Associações de Moradores, aponta que milhares de apartamentos turísticos operam ilegalmente na cidade e que a proposta não resolve o problema da oferta em legalidade. A discussão continua entre entidades locais e residentes.

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