- A Stellantis chamou à oficina 700 mil veículos em todo o mundo por risco de incêndio, envolvendo motorização híbrida das marcas Peugeot, Citroën, Fiat, Alfa Romeo e Jeep.
- Em Portugal, cerca de 16 mil carros estão abrangidos pela intervenção preventiva, que deve durar aproximadamente trinta minutos, se for necessária a correção.
- O problema prende‑se com o controlo da distância entre o tubo do filtro de partículas de gasolina e o copo de proteção da haste do gerador do motor de arranque da linha de 48 volts, o que pode provocar sobreaquecimento e incêndio.
- A intervenção é gratuita, com a Stellantis a suportar os custos.
- Em França, o recall abrange 212 mil veículos entre 2023 e 2026, com 36 incidentes globais e 12 inícios de incêndio; para verificar se o veículo está abrangido, pode consultar o site de verificação introduzindo a matrícula ou o VIN.
A Stellantis está a chamar à oficina cerca de 700.000 veículos em todo o mundo devido a um risco de incêndio associado a motores com tecnologia híbrida. A operação envolve várias marcas do grupo, incluindo Peugeot, Citroën, Fiat, Alfa Romeo e Jeep, e afeta modelos fabricados entre 2023 e 2026. A intervenção é uma recolha preventiva com duração prevista de cerca de 30 minutos, sem custos para o proprietário.
Em Portugal, o recall abrange aproximadamente 16 mil carros. O problema está relacionado com o controlo da distância entre o copo de proteção da haste do gerador do motor de arranque da correia de 48 V e o tubo do filtro de partículas de gasolina. Quando há proximidade excessiva, pode ocorrer sobreaquecimento e, em casos extremos, incêndios.
De acordo com a autoridade alemã KBA, mais de 50.000 dos 700.000 veículos estão na Alemanha. Em França, o recall envolve 212.000 veículos fabricados entre 2023 e 2026, com mais da metade a pertencerem à marca Peugeot, após a detecção de 36 incidentes globais, incluindo 12 inícios de incêndio.
Quem pergunta se o carro está abrangido pode esclarecer com o fabricante através de consulta à matrícula ou ao VIN. O procedimento é gratuito, com a Stellantis a assumir os custos. A notícia é apurada pela agência Lusa, com base em fontes oficiais e publicações especializadas.
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