- O grupo IAG decidiu não avançar com a aquisição da TAP, suspendendo o processo de compra.
- A decisão foi comunicada ao Negócios, indicando que não seria do melhor interesse dos acionistas prosseguir na corrida pela companhia aérea portuguesa.
- A desistência faz parte de uma ponderação anterior, anunciada no final de março, de não ficar satisfeito com uma posição majoritária.
- O conflito no Médio Oriente é apontado como fator contributivo para a decisão, uma vez que o principal acionista do grupo é a Qatar Airways.
- Apesar de IAG sair, Air France e Lufthansa continuam na corrida pela TAP.
O grupo IAG decidiu não avançar com a aquisição da TAP. A decisão foi comunicada após ter considerado, no fim de março, que uma participação majoritária não os satisfaria. A suspensão foi anunciada ao Negócios por uma fonte oficial do grupo.
Segundo a mesma fonte, a decisão baseia-se no que é considerado o melhor interesse dos acionistas, evitando o processo de compra da TAP. O conflito no Médio Oriente foi apontado como fator contributivo para o afastamento.
Participantes
Quem está envolvido no processo são IAG, que detém British Airways e Iberia, e a TAP, companhia portuguesa em venda. A exposição a um consórcio que envolve Qatar Airways é citada como parte do contexto estratégico do grupo.
Contexto temporal e motivo
A decisão de não entrar na corrida pela TAP ocorreu já após o aviso de possível desistência no final de março. O objetivo era evitar riscos associados a uma eventual posição majoritária e aos efeitos geopolíticos recentes.
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