- A partir de 28 de fevereiro, com o início da ofensiva militar, as taxas Euribor variaram e afetam empréstimos com taxa variável.
- A prestação dos créditos associados à Euribor a 12 meses com revisão em abril terá o primeiro agravamento em dois anos.
- Em um empréstimo de 150 mil euros, o aumento mensal previsto é de 13 euros.
- O impacto estende‑se a contratos de swaps e de futuros sobre taxas de juro, bem como a novos empréstimos, mesmo com taxas mistas.
- As subidas influenciam créditos já contratados e futuros, independentemente da opção por taxa fixa no início.
A Euribor a 12 meses vai aumentar as prestações associadas a créditos à habitação com revisão em Abril, marcando o primeiro agravamento em dois anos. O aumento previsto é de cerca de 13 euros num empréstimo de 150 mil euros. O contexto inclui oscilações nos mercados de swaps e de futuros sobre taxas de juro.
A subida está ligada a novos padrões de referência após o que ocorreu a 28 de Fevereiro, com impacto em contratos de variáveis e em swaps. As alterações afetam tanto créditos já contratados como novos empréstimos. O efeito estende-se às modalidades com taxas mistas, que começam fixas e progridem para variáveis.
Segundo analistas, a decisão de revisão pode influenciar a decisão de consumidores e instituições na renovação de contratos. O cenário financeiro atual traz maior incerteza sobre custos de financiamento, com impactos em poupanças e orçamento familiar.
Para quem planifica contratar crédito, as taxas de referência em alta significam custos maiores ao longo do tempo. Em contratos com revisão periódica, o cenário de subida pode traduzir-se em prestações progressivas. As entidades financeiras já adaptam ofertas às novas condições de mercado.
É igualmente relevante notar que alterações recentes nos mercados podem afetar a duração de empréstimos. Os bancos mantêm o foco na gestão de riscos associados a variações de juros, procurando equilibrar soluções para clientes e rentabilidade.
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