- O Bankinter pretende chegar ao top seis da banca portuguesa até 2030, com crescimento a dois dígitos previsto.
- A gestão da sucursal portuguesa, criada há dez anos, quer manter o crescimento rápido e manter o foco em empréstimos a empresas.
- O banco espera ainda comercializar uma criptomoeda estável (stablecoin).
- Em 2016, o Bankinter adquiriu a rede de balcões do Barclays em Portugal por 86 milhões de euros, passando a operar cerca de 80 balcões no país.
- O objetivo é transformar a posição do Bankinter no mercado português, mantendo a rede existente enquanto avança em novos produtos e serviços.
Bankinter traça meta de chegar ao top seis da banca portuguesa até 2030. A gestão da sucursal em Portugal, inaugurada há uma década, aponta para crescimento de dois dígitos. A aposta recai sobre empréstimos a empresas.
A instituição teve a sua presença consolidada em Lisboa, mantendo-se estável ao longo dos anos. A equipa dirige a operação portuguesa com foco na rentabilidade e na expansão de clientes empresariais.
A casa-mãe em Espanha pretende manter o impulso, ampliando a captação e a oferta de crédito, mantendo forte presença no sector corporativo. O objetivo é posicionar-se entre os seis principais bancos no mercado local.
A carta de apresentação inclui a intenção de comercializar uma criptomoeda estável. O objetivo é diversificar produtos e responder a necessidades de liquidez de clientes institucionais.
Estratégia para 2030
Em 2030, o Bankinter pretende consolidar a rede e aumentar a massa de ativos geridos. A aposta em empréstimos às empresas é vista como motor de crescimento sustentável.
Origens da presença portuguesa
Há dez anos, a esfera azul do Barclays saiu de cena em Lisboa para abrir espaço ao Bankinter. Em 2016, o grupo espanhol adquiriu cerca de 80 balcões do antigo banco britânico por 86 milhões de euros.
Entre na conversa da comunidade