- Dados do Banco de Portugal indicam que casais e mutuários com rendimentos mais baixos recorrem mais vezes à garantia pública na compra de habitação própria permanente.
- Esses grupos apresentam uma taxa de esforço superior em comparação com rendimentos mais elevados.
Casais e jovens com rendimentos mais baixos recorrem com maior frequência à garantia pública para a compra de habitação própria permanente, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP). A análise aponta ainda uma taxa de esforço superior entre estes mutuários.
O BdP mostrou que a utilização da garantia pública varia conforme a faixa de rendimento, com maior incidência entre casais e jovens com rendimentos mais baixos. O objetivo da informação é detalhar padrões de acesso a crédito e mecanismos de garantia no mercado habitacional.
A divulgação acontece no âmbito de autoridades monetárias nacionais que acompanham o comportamento do crédito à habitação. O estudo observa diferenças entre perfis de mutuários e sublinha a relação entre rendimento, uso de garantias públicas e carga financeira.
Aspectos-chave da análise
- O estudo concentra-se em mutuários que recorrem a garantias públicas para aquisição de casa própria.
- Observa-se uma taxa de esforço mais elevada nesses grupos de menor rendimento.
- O BdP analisa impactos na estabilidade financeira destes agregados e no mercado de crédito.
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