- O Governo, via o Ministério das Infra-estruturas, enviou uma carta à gestora ANA (Aeroportos de Portugal), detida pelo grupo Vinci, a alertar para que a previsão de passageiros é irrealista e desactualizada, o que pode afetar a infraestrutura.
- O documento avisa que o plano atual pode deixar o novo aeroporto subdimensionado nos primeiros anos de operação.
- A ANA estima que o custo do novo aeroporto de Lisboa rondará os 8,5 mil milhões de euros.
- A gestora afirmou que haverá esclarecimentos técnicos futuros sobre as questões reportadas.
- O artigo não menciona uma data de abertura definida para o NAL.
O Ministério das Infraestruturas avisou o operador de aeroportos sobre a possibilidade de o novo aeroporto de Lisboa estar subdimensionado no arranque da operação. A comunicação acontece numa carta dirigida à ANA, gestora do aeroporto, detida pelo grupo Vinci.
Segundo o Ministério, a previsão de passageiros apresentada no plano atual é considerada irrealista e desatualizada, o que pode comprometer a adequação da infraestrutura às necessidades futuras. O alerta visa evitar constrangimentos operacionais nos primeiros anos de funcionamento.
A ANA ainda não respondeu em definitivo. A empresa refere que vai apresentar esclarecimentos técnicos para fundamentar a calibração das previsões de tráfego, sem adiantar prazos para as informações.
Respostas e próximos passos
A carta do governo surge numa altura em que o NAL está em fase de planeamento, sem data de abertura definida. A gestão do aeroporto está a cargo da ANA, com financiamento estimado em torno de 8,5 mil milhões de euros, segundo a imprensa.
Os desenvolvimentos atuais mantêm o foco na viabilidade do projeto e na forma como as previsões de demanda podem influenciar a arquitetura e o dimensionamento da infraestrutura. O Governo solicita rigor técnico para evitar desequilíbrios operacionais futuros.
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