- O primeiro-ministro Luís Montenegro anunciou apoio financeiro a associações humanitárias de bombeiros, empresas de táxis e IPSS para fazer face ao aumento de combustíveis devido à guerra no Médio Oriente.
- Entre 1 de abril e 30 de junho, entra em vigor um mecanismo extraordinário de gasóleo profissional com uma redução de dez cêntimos por litro.
- O apoio inclui 360 euros por veículo pesado de bombeiros, 120 euros para os demais; 120 euros por taxi e 600 euros para IPSS.
- Ao todo, as medidas representam 150 milhões de euros por mês de apoio à área dos combustíveis.
- O Governo informou que, em 2025, Portugal fechou com excedente orçamental de 0,7% do Produto Interno Bruto, mantendo políticas de redução de impostos e aumento de prestações sociais.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou apoios financeiros para associações humanitárias de bombeiros, empresas de táxis e IPSS, para responder ao aumento do preço dos combustíveis provocado pela guerra do Médio Oriente. Foi ainda Confirmada a descida de 10 cêntimos no gasóleo profissional.
Durante a comunicação após o Conselho de Ministros, Montenegro elogiou o excedente orçamental de 0,7% do PIB em 2025. O Governo destacou reduções de impostos, aumento de prestações sociais e apoio à compra da casa para jovens, sem recorrer a novos impostos.
O pacote de apoio abrange o gasóleo profissional, com um mecanismo extraordinário de 1 de abril a 30 de junho. A medida prevê uma redução de 10 cêntimos por litro, para mitigar o impacto da guerra no custo de combustível.
Foi também anunciada a atribuição de apoios diretos a três grupos. Um pagamento único de 360 euros por veículo pesado de bombeiros, e 120 euros para os restantes veículos de bombeiros.
Adicionalmente, cada táxi receberá 120 euros, enquanto as IPSS terão apoio de 600 euros. O conjunto das medidas representa um total de 150 milhões de euros por mês para o setor dos combustíveis.
Segundo o Governo, o objetivo é proteger serviços essenciais e facilitar o funcionamento de bombeiros, táxis e IPSS face ao agravamento dos custos energéticos no contexto internacional. A medida pretende dar resposta rápida aos impactos económicos.
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