- A rede de espaços de atendimento dedicada a produtos de aforro passou de sete para doze locais. ()
- A ampliação entra em vigor a partir de segunda-feira, 23 de março, com cinco Espaços Cidadão adicionais: Coimbra, Penafiel, Setúbal, Faro e Viseu. ()
- Nesses espaços é possível subscrever e resgatar produtos de aforro, atualizar dados pessoais associados às contas e desmaterializar certificados físicos das séries A, B e D. ()
- O reforço resulta de um protocolo entre o Instituto de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) e a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE). ()
- Em 5 de janeiro de 2026 começou o processo de desmaterialização das séries A, B e D ainda com suporte físico, com entrega de certificados em papel nos CTT e outros espaços autorizados e emissão do correspondente digital, num processo que se estende até 29 de novembro de 2029. ()
A rede de espaços de atendimento dedicada a temas de aforro foi reforçada. o Governo anunciou que Passa de 7 para 12 pontos de atendimento. A medida entrou em vigor na próxima segunda-feira, 23 de março, e envolve Espaços Cidadão.
Cinco novos espaços passam a prestar serviços de aforro: Coimbra, Penafiel, Setúbal, Faro e Viseu. Além disso, os serviços disponíveis alargam-se com subscrição e resgate de produtos de aforro, atualização de dados pessoais e desmaterialização de certificados físicos das séries A, B e D.
O reforço resulta de um protocolo entre o IGCP — Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública — e a ARTE, Agência para a Reforma Tecnológica do Estado. O objetivo é facilitar o acesso aos serviços de aforro em mais locais.
Desmaterialização das séries A, B e D
A desmaterialização das séries A, B e D iniciou-se a 5 de janeiro de 2026. Os titulares podem entregar certificados em papel nos CTT e noutros espaços autorizados e receber a versão digital correspondente. O processo está previsto para prolongar-se até 29 de novembro de 2029.
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