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Leiria, Marinha Grande e Pombal concentram um terço dos prejuízos do mau tempo

Leiria, Marinha Grande e Pombal concentram cerca de um terço dos prejuízos das tempestades; Governo prepara aceleração de verbas e apoios a empresas para manter produção

Mau tempo deixou cicatrizes profundas no Castelo de Leiria
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  • Leiria, Marinha Grande e Pombal concentram entre 30% e 40% dos prejuízos globais das tempestades, segundo o coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução do Centro do País.
  • O Governo está a definir critérios para antecipar verbas aos municípios, de forma a agilizar a tesouraria na reconstrução.
  • A procura de lay-off entre as empresas afetadas tem sido baixa, com pedidos que podem atingir pouco mais de cinco mil trabalhadores e um impacto de pouco mais de um milhão de euros.
  • As medidas mais usadas são o apoio à manutenção de postos de trabalho pelo IEFP, com cerca de 12 a 13 mil pessoas envolvidas, e um apoio extraordinário de três meses até dois salários mínimos.
  • O Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC) oferece apoios a fundo perdido de até 60%, com dotação inicial de 150 milhões de euros, para recuperação, resiliência e competitividade.

Leiria, Marinha Grande e Pombal concentram quase um terço dos prejuízos globais causados pelas tempestades que afectaram o país, segundo o coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução do Centro do País. Paulo Fernandes indicou que estas três cidades surgem na linha da frente, seguidas de perto por Ourém, e representam entre 30% e 40% dos danos.

O responsável reforçou que não se deve subestimar o impacto noutros concelhos, mas defendeu justiça e equidade na atribuição de verbas. O Governo está a definir critérios para antecipar fundos, visando facilitar a tesouraria pública e acelerar respostas.

Quanto às empresas, Fernandes assinalou pouca procura de lay-off, com pedidos que atingem pouco mais de cinco mil trabalhadores e um impacto económico de pouco mais de um milhão de euros. O foco tem sido manter postos de trabalho e produção, com apoio do IEFP para três meses, até dois salários mínimos.

Apoio financeiro e inovação

O coordenador destacou o Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC), que oferece apoios a fundo perdido de até 60%. O programa visa não apenas recuperar, mas tornar as empresas mais resilientes e competitivas, com uma dotação inicial de 150 milhões de euros que pode crescer.

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