- A conferência promovida pela Associação Círculo de Estudos do Centralismo no Porto reuniu vários especialistas para debater os custos do centralismo na coesão e no desenvolvimento económico.
- O ministro da qualidade? (Oops) We must avoid error. Include: O ministro Castro Almeida afirmou que mudanças nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) ajudam nessa luta.
But we must keep consistent: “O ministro Castro Almeida” is the correct. Let’s craft bullet properly.
- O ministro Castro Almeida afirmou que alterações nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) ajudam a enfrentar esses custos.
- A primeira conferência anual da ACEC realizou-se na Faculdade de Economia do Porto.
- Miranda do Douro, sede da ACEC, tem riqueza energética com mais de trezentos milhões de euros gerados anualmente e abriga várias riquezas, embora enfrente quedas no sector agrícola e demografia.
- Em 2024 nasceram apenas 20 crianças no concelho de Miranda do Douro, destacando o decréscimo populacional.
O que aconteceu: A ACEC promoveu a primeira conferência anual na Faculdade de Economia do Porto para debater os custos do centralismo na coesão económica e no desenvolvimento do país. O evento aconteceu na terça-feira, no Porto.
Quem está envolvido: A conferência contou com especialistas e contou com a participação do ministro Castro Almeida, que destacou que mudanças nas CCDR podem avançar a discussão. Óscar Afonso, diretor da Faculdade, apresentou o contexto regional.
Quando e onde: A iniciativa ocorreu na terça-feira, na Faculdade de Economia do Porto, organizada pela Associação Círculo de Estudos do Centralismo, sediada em Miranda do Douro. O objetivo é analisar impactos do centralismo na coesão territorial.
Porquê: O debate visa clarificar se o centralismo compromete a coesão e o desenvolvimento económico, e explorar caminhos de reforma institucional que possam acelerar o crescimento regional.
Contexto regional
Miranda do Douro, sede da ACEC, é núcleo de várias atividades económicas e culturais, incluindo produção energética. A região enfrenta quedas bruscas em sectores-chave ao longo de décadas, o que motiva o interesse pelo tema do centralismo na política regional.
A região regista quedas significativas: a área de vinha caiu cerca de 80% nos últimos 35 anos, o número de cabeças de gado diminuiu 50% nas últimas duas décadas e a população recuou mais de 70% em 60 anos. Em 2024 nasceram apenas 20 crianças no concelho.
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