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Ministro da Economia promete agir se preços voltarem a subir

Governo monitora preços e pode intervir se subidas persistirem mais de quatro a cinco semanas, mantendo o desconto no ISP

Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida
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  • O ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, afirmou que o Governo está a acompanhar a evolução dos preços e poderá agir se as subidas persistirem por mais de quatro ou cinco semanas.
  • Se as alterações se tornarem estruturais, o Governo pode intervir; se a guerra terminar rapidamente, não haverá problema estrutural.
  • Os combustíveis deverão aumentar mais cerca de 10 cêntimos na próxima semana; o Governo já ajustou o sistema fiscal da gasolina e do gasóleo para atenuar o aumento e mantém o desconto no ISP acima de 10 cêntimos por litro.
  • Mantém-se o desconto no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), com o valor acima de 10 cêntimos por litro mantido em relação ao preço de referência antes da guerra.
  • No turismo, o ministro disse que já se nota um aumento de procura e de reservas em todo o país, devido ao efeito da guerra, o que pode beneficiar o turismo português.

O ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirmou que o Governo está a acompanhar de perto a evolução dos preços e que pode intervir se as subidas se prolongarem por mais de quatro ou cinco semanas. O comentário foi feito em contexto à assinatura de contratos de financiamento de 12 projetos turísticos, no âmbito do programa Crescer com o Turismo, no Porto.

O governante explicou que não estão decididas novas medidas, para já, além do desconto vigente no Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP). No entanto, deixou claro que alterações persistentes até quatro ou cinco semanas podem tornar-se estruturais e exigir intervenção estatal. A ressalva surgiu durante uma conferência de imprensa.

No que respeita aos combustíveis, Castro Almeida indicou que, com aumentos esperados de cerca de 10 cêntimos na próxima semana, o Governo agiu nos primeiros dias da guerra para ajustar o sistema fiscal da gasolina e do gasóleo, mantendo o desconto via ISP acima de 10 cêntimos por litro face ao preço pré-guerra.

O ministro salientou ainda que a atual política de desconto permanece para conter o impacto no preço final, sem aproveitar vantagens decorrentes do conflito no Irão. Em relação ao turismo, admitiu efeitos positivos do conflito no Médio Oriente, com aumento de procura e de reservas já a sentir-se por todo o país, sem justificar a guerra.

Perspetivas para o turismo e contexto internacional

Castro Almeida referiu que o crescimento da procura pode beneficiar o turismo nacional, embora o objetivo seja manter a estabilidade económica sem depender de conflitos. O conflito entre os EUA, Israel e o Irão teve origem numa ofensiva de grande escala contra o Irão, em 28 de fevereiro, com retaliações de ambos os lados. Três dias depois, o Irão respondeu com ataques a países vizinhos e a grelos de petroleiros no estreito de Ormuz.

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