- O representante dos Estados Unidos para o Comércio, Jamieson Greer, anunciou uma investigação a 60 economias para avaliar se tomaram medidas para evitar a importação de bens produzidos com trabalho forçado.
- Entre as economias visadas estão a União Europeia, o Brasil e Angola.
- O objetivo é determinar se essas jurisdições adotaram medidas suficientes para prevenir o uso de trabalho forçado nas cadeias de abastecimento.
- A investigação analisa ações e políticas governamentais implementadas para combater o trabalho forçado na produção de bens.
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O representante dos EUA para o Comércio, Jamieson Greer, abriu uma investigação sobre 60 economias para verificar se tomaram medidas suficientes para impedir a importação de bens produzidos com trabalho forçado.
A lista inclui a União Europeia, o Brasil e Angola. A análise pretende avaliar políticas, leis e práticas de fiscalização que possam reduzir o uso de trabalho forçado na cadeia de suprimentos.
A ação visa esclarecer se existem mecanismos eficazes para impedir a entrada de produtos derivados de trabalho forçado no mercado norte‑americano, com foco na prevenção, conformidade regulatória e fiscalização.
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