- A Meo afastou o gestor Nuno Nunes no final do ano passado.
- O contrato de trabalho de Nuno Nunes foi também cessado pela empresa.
- A Meo não apresentou uma justificação pública para a decisão.
- A comissão de trabalhadores vai contestar a medida.
- O substituto esteve na antiga PT até 2014.
A Meo afastou um de seus gestores, Nuno Nunes, no fim do ano passado, destituindo-o da administração e cessando o seu contrato de trabalho. A direção não apresentou uma justificação pública para a decisão.
A assessoria de imprensa da empresa, do grupo Altice, descreveu a mudança como interna e sem detalhar os motivos, tentando desdramatizar o afastamento.
A comissão de trabalhadores já informou que vai contestar a decisão, alegando falta de transparência na fundamentação e questionando o processo.
O substituto de Nuno Nunes já desempenhou funções na gestão anterior, tendo passado pela antiga PT até 2014, o que aponta para uma reestruturação de liderança na empresa.
A Meo continua a manter o foco na organização interna, sem indicar possíveis impactos na operação ou nos próximos passos da gestão.
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