- A Panificadora Celeste, com fábricas em Vizela e Guimarães, faliu, deixando cerca de 300 trabalhadores sem emprego.
- Já há investidores do mesmo ramo interessados na compra das fábricas.
- A conclusão foi apurada numa reunião desta quarta-feira entre os administradores do grupo Celeste (Conceitos Avulso, Celeste Actual e Nofícios) e o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB).
- Os trabalhadores mostram preocupação com as indemnizações, porque a Conceitos Avulso, criada em 2019, não tem património para suportar esse compromisso.
- As indemnizações estão em risco devido à falta de ativos da empresa envolvida.
A Celeste, panificadora com unidades em Vizela e Guimarães, entrou em falência, colocando 300 trabalhadores no desemprego. A decisão foi comunicada após uma reunião realizada nesta quarta-feira, que reuniu a administração do grupo e representantes sindicais.
Participaram na reunião os administradores das três sociedades do grupo Celeste — Conceitos Avulso, Celeste Actual e Nofícios — e o sindicato SINTAB, que representa os trabalhadores da indústria de alimentação e bebidas. O objetivo foi avaliar o impacto da insolvência nas indemnizações.
Os trabalhadores passam por incerteza em relação às compensações, uma vez que a Conceitos Avulsos, criada apenas em 2019, não dispõe de património suficiente para cobrir eventuais indemnizações. A reunião visou definir próximos passos e potenciais soluções de proteção aos empregos.
Interesse de investidores
Diversos interessados do mesmo setor já manifestaram vontade de adquirir as fábricas, segundo o que foi discutido durante o encontro. A possibilidade de compra envolve abrir caminho a uma possível reabertura ou utilização das unidades por terceiros. A situação permanece sob análise, com informações sobre condições e prazos ainda a confirmar.
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