- O número de empresas com autorização de mediação imobiliária (AMI) já supera as 11.500.
- As queixas sobre o setor atingiram um máximo histórico, com 2.487 reclamações registadas no ano anterior, segundo o IMPIC.
- Em 2025, o volume de reclamações mantém-se elevado, mantendo o setor sob vigilância reguladora.
- Os principais motivos são o pagamento pela reserva de imóveis, o atendimento dos mediadores e incumprimentos de contrato-promessa de compra e venda (CPCV).
- Existem dezenas de milhares de pessoas a trabalhar no ramo, mas a grande linha de quantificação não é conhecida com precisão.
Em 2025, as queixas sobre mediação imobiliária atingiram um máximo histórico. O volume de reclamações acompanha o crescimento do setor regulado e aponta para desafios contínuos na relação entre clientes e mediadores. O IMPIC, entidade reguladora, acompanha a evolução do mercado.
Em 2024, o IMPIC registou 2.487 reclamações relacionadas com mediação imobiliária. O número reforça a pressão sobre o setor, que já conta com milhares de profissionais autorizados a atuar. O organismo alerta para a necessidade de supervisão constante.
Dados do sector
Segundo o IMPIC, já são mais de 11.500 as empresas com autorização de mediação imobiliária (AMI). O crescimento diário do conjunto de mediadores coincide com o aumento das reclamações, sinalizando desfasamentos entre oferta de serviços e expectativas dos clientes.
Principais motivos das queixas
Entre as razões, destacam-se o pagamento pela reserva de imóveis, questões de atendimento por parte de mediadores e incumprimentos de CPCV. Estes aspetos repetem-se em várias queixas, apontando para falhas na transparência contratual e na prestação de serviço.
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