- O ministro da Economia disse que o Governo não tem fetiche em relação aos números de crescimento económico ou ao saldo orçamental, procurando resultados positivos com as pessoas em primeiro lugar.
- A meta de crescimento será avaliada no próximo ano, e o foco atual é manter as contas públicas equilibradas, considerado uma vantagem para a economia.
- O Governo pretende manter a solidariedade com empresas e cidadãos afetados por calamidades, mesmo que isso impacte as contas públicas.
- Sobre um possível alargamento das medidas de apoio após o mau tempo, o ministro afirmou que o Governo acompanha a situação e pode agir para evitar danos estruturais à economia.
- O objetivo é equilibrar contas públicas e solidariedade, procurando conjugar as duas prioridades sempre que possível.
O ministro da Economia afirmou que não existe um fetiche pelos números de crescimento económico ou pelo saldo orçamental. Em declarações à margem do Fórum Banca 2026, em Lisboa, Manuel Castro Almeida disse que o Governo procura resultados positivos, mas com as pessoas em primeiro lugar.
A mensagem central é a de que o objetivo é manter as contas públicas equilibradas. O ministro destacou que o ano está no início e que a avaliação do crescimento ocorrerá apenas daqui a um ano, reforçando a prioridade da estabilidade fiscal.
Além disso, foi sublinhada a obrigação de apoiar empresas e cidadãos afetados por calamidades. O Governo garantiu que continuará a ser solidário, mesmo que isso implique algum custo para manter o equilíbrio orçamental.
O ministro reiterou que o equilíbrio financeiro é uma vantagem para a economia portuguesa e não deve ser posto em causa. A prioridade continua a ser a proteção social e a resposta a situações imprevisíveis.
Questionado sobre medidas de apoio adicionais após o mau tempo, Castro Almeida afirmou que o Governo está atento. Em caso de desequilíbrios externos à atividade normal das empresas, haverá monitorização para corrigir eventuais impactos na economia.
Apoio financeiro e contexto económico
Aamostra de ações de mitigação dependerá da leitura de dados económicos e de situações extemporâneas. O Governo disse que, se necessário, poderá ajustar políticas para evitar danos estruturais.
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