- As sanções travaram as exportações portuguesas para a Rússia, mas, nesse período, vendas para países terceiros, como a cortiça, aumentaram.
- O Ministério das Finanças confirmou que está a investigar as mudanças nos padrões de exportação.
- No Verão de 2022, várias empresas portuguesas passaram a ver o Quirguistão como novo cliente, num país de cerca de 7 milhões de habitantes a cerca de 8000 quilómetros de Portugal.
- A cortiça foi um dos bens a registarem crescimentos significativos nas exportações para Turquia, Cazaquistão e Quirguistão desde 2022.
- O aumento de vendas para esses mercados ocorreu paralelamente à restrição das transações com a Rússia.
Em Portugal, as sanções pressionaram as exportações para a Rússia, mas as vendas para países terceiros mostraram recuo parcial. Entre 2022 e 2023, o desempenho variou, com setores a responder de forma diferente ao embargo.
Durante o Verão de 2022, várias empresas portuguesas encontraram novos mercados além da Rússia. Entre os destinos emergentes destacam-se Turquia, Cazaquistão e Quirguistão, todos a captar negócios antes pouco explorados.
A cortiça foi um dos produtos que registou crescimento de exportações para estes países, com aumentos em volumes a partir de 2022. O fenómeno tem sido observado no comércio exterior português nesse período.
Investigação em curso
As Finanças asseguram que estão a investigar o aumento das exportações para estes mercados próximos da Rússia. O objetivo é compreender com precisão os fluxos comerciais e assegurar conformidade com sanções internacionais.
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