- O conflito no Médio Oriente fez subir os preços dos combustíveis e pode agravar o orçamento familiar, nomeadamente pelas prestações da casa.
- Analistas já apontam a possibilidade de o BCE anunciar subidas de juros, o que pode empurrar a Euribor para cima e aumentar o crédito à habitação.
- O BCE permanece reservado, mas o ambiente de aumento de preços pode levar a decisões de política monetária mais restritivas.
- Em Portugal, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, admitiu a hipótese de o défice público fechar este ano se as circunstâncias assim o exigirem.
- O conjunto destas dinâmicas pode intensificar a pressão inflacionista e o custo de vida para as famílias.
O conflito no Médio Oriente provocou a subida dos preços do petróleo, gerando pressão inflacionista global. O aumento afeta o custo dos combustíveis e pode impactar o orçamento familiar. Agradar o clima económico permanece incerto.
Analistas dizem que a espiral de inflação pode levar o BCE a subir as taxas de juro. Com o agravamento dos preços, a Euribor, referência para créditos à habitação, pode subir, aumentando as prestações.
Perspetivas para o crédito habitação
No terreno, o custo da habitação pode acompanhar a inflação. O BCE mantém a cautela, mas o cenário aponta para maior pressão nos empréstimos, especialmente se a inflação não recuar.
O ministro das Finanças português, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou que as contas públicas podem fechar com défice este ano se as circunstâncias assim o exigirem. O财政imposto permanece sob avaliação.
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