- O Município de Leiria vai pedir um empréstimo de 25 milhões de euros para fazer face às despesas com a depressão Kristin, incluindo equipamentos escolares.
- O empréstimo será aprovado na próxima semana, anunciou o presidente da Câmara, Gonçalo Lopes, depois de uma visita a escolas do concelho com o ministro da Educação, Ciência e Inovação.
- O autarca admite que o valor não cobre tudo o que o município pretende fazer, mas representa um começo; há ainda dinheiro do seguro, com cobertura anunciada de 230 milhões de euros.
- Até 18 de janeiro, os prejuízos estimados ascendem a 792,8 milhões de euros, não incluindo custos com infraestruturas municipais, do Estado e da floresta.
- O município pretende balancear empréstimo, seguro e candidaturas aprovadas para reorganizar as contas e avançar com as obras e respostas necessárias.
Leiria vai avançar com um empréstimo de 25 milhões de euros para cobrir despesas associadas à depressão Kristin. A decisão será tomada na próxima semana pelo presidente da Câmara, Gonçalo Lopes, após a avaliação das obras e dos estragos provocados no concelho.
O valor anunciado enquadra equipamentos escolares, além de outras intervenções no município. A prioridade é manter o funcionamento das escolas Henrique Sommer, na Maceira, e a de Marrazes, visitadas pelo autarca acompanhado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação.
Segundo o presidente, o empréstimo não cobre tudo o que o município pretende fazer, mas representa um começo. O município também conta com receber indemnizações do seguro, que tem cobertura universitada na soma de 230 milhões de euros para edifícios.
Seguro, financiamentos e contas públicas
Gonçalo Lopes mencionou que o seguro pode mitigar parte dos prejuízos e que a administração continuará a balancear as contas com candidaturas aprovadas. As estimativas de prejuízos totais já apontam para 792,8 milhões de euros, com parte ainda por quantificar.
No fim de 18 de janeiro, o município havia indicado que os danos a infraestruturas municipais e do Estado, bem como à floresta, elevavam o montante já gasto. As autoridades continuam a acompanhar a evolução das ações de recuperação.
Pelo menos 19 pessoas faleceram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência das depressões Kristin, Leonardo e Marta. Milhares ficaram feridas, desalojadas ou deslocadas, com impactos significativos nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.
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