- A Deco afirma que os agregados com baixos rendimentos e reformados estão numa situação muito aflitiva face aos custos de reabilitação das casas.
- Os apoios existentes não chegam para cobrir as obras de reconstrução, levando a mais pedidos de ajuda.
- Há um aumento dos pedidos de moratórias e de alargamento das medidas de apoio aos créditos pessoais.
- O aumento dos custos de materiais e mão de obra agrava a recuperação das casas afetadas pela depressão Kristin.
- A Deco solicita reforços públicos e privados, bem como extensão das moratórias, para que as famílias possam reconstruir e retomar a vida.
Os pedidos de ajuda chegam à Deco com cada vez mais frequência. Famílias afetadas pela depressão Kristin lutam para financiar a reabilitação das suas casas, especialmente agregados com baixos rendimentos e reformados.
A associação diz que os apoios atuais não são suficientes para cobrir os custos de reconstrução. Há um aumento de pedidos de moratórias e de alargamento das medidas de apoio a créditos pessoais.
A Deco aponta que a situação está particularmente agravada pela subida dos custos de materiais e de mão de obra, o que eleva o orçamento necessário para a reabilitação.
A organização reforça a necessidade de reforçar apoios públicos e privados e de estender as moratórias para evitar que famílias entrem em incumprimento financeiro.
Contexto financeiro e necessidades
Segundo a Deco, a janela de apoio atual não cobre a totalidade dos encargos, deixando muitas famílias em situação crítica. O aumento de pedidos indica uma procura crescente por proteção de crédito.
A associação mantém o apelo às entidades competentes para atualizar e ampliar as medidas de apoio, de forma a permitir a reconstrução das casas e a retomada da vida quotidiana.
Reformados sem acesso a apoios continuam entre os mais vulneráveis, segundo a Deco, que não aponta novas soluções além do reforço de apoios já existentes.
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