- Em janeiro, a taxa média dos novos depósitos a prazo de particulares caiu para 1,34%, mínimo desde maio de 2023.
- A taxa bruta a nível da zona euro subiu ligeiramente para 1,82%, mantendo Portugal na quarta posição com as taxas mais baixas.
- Nos depósitos a prazo de um ano, a taxa média recuou para 1,35% (queda de 0,02 pontos percentuais), representando 96% do total de novas aplicações.
- Os Certificados de Aforro mantêm remuneração acima dos 2% (2,012% brutos para março), beneficiando da subida recente das Euribor.
- O montante aplicado pelos particulares aumentou em 1.037 milhões de euros, totalizando 11,8 mil milhões de euros, com a carteira total de depósitos a superar os 201 mil milhões no final de 2025.
A taxa de juro média praticada em novos depósitos a prazo de particulares recuou ligeiramente em Janeiro, atingindo mínimos desde Maio de 2023. O BdP fixou a taxa bruta em 1,34%, menos 0,02 pp face a Dezembro, mantendo-se entre as mais baixas da zona euro.
Na área do euro, a taxa média subiu 0,01 pp, para 1,82%, mas Portugal continua com uma das quatro taxas mais baixas deste conjunto de países.
Desempenho dos depósitos a prazo
Nos depósitos com prazo de um ano, a taxa de juro média caiu também 0,02 pp, para 1,35%. Estes depósitos representaram 96% do total de novas aplicações no período.
A remuneração oferecida pelos bancos mantém-se aquém da oferecida pelo Estado via Certificados de Aforro (CA), cuja taxa para março está nos 2,012% brutos. A subida recente das Euribor, especialmente a três meses, pode favorecer o CA, refletindo receios de prolongamento do conflito no Médio Oriente e impactos na inflação.
Montantes em depósito
O montante aplicado pelos particulares aumentou 1,037 mil milhões de euros, totalizando 11,8 mil milhões de euros. No conjunto, a carteira de depósitos portugueses ultrapassou os 200 mil milhões de euros no final de 2025, fixando-se em 201 mil milhões de euros.
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