- A Comissão Europeia apresentou esta quarta-feira a proposta da Lei para a Aceleração Industrial, conhecida como “Made in Europe”.
- A medida prevê cláusulas de preferência europeia em sectores estratégicos, no investimento estrangeiro e na contratação pública.
- O objectivo é fomentar o investimento em sectores como o automóvel e as tecnologias limpas.
- Pretende-se aumentar a participação da indústria transformadora no produto interno bruto (PIB) de 14% para 20% até 2035.
- Séjourné saudou a estreia da proposta, destacando as suas implicações para a indústria europeia.
A Comissão Europeia apresentou nesta quarta-feira a proposta de Lei para a Aceleração Industrial, conhecida como Made in Europe. O objetivo é promover o investimento em sectores estratégicos e redefinir regras de investimento estrangeiro e contratação pública.
A iniciativa prevê cláusulas de preferência europeia em áreas-chave, como automóvel e tecnologias limpas, visando reforçar a indústria transformadora nacional.
A meta é aumentar a participação da indústria no PIB, de 14% para 20% até 2035, segundo o texto da proposta. A iniciativa já levanta críticas sobre impactos na concorrência e acordos com parceiros.
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