- O ministro da Economia e Coesão Territorial, Castro Almeida, afirmou a 3 de março que o PTRR será construído de baixo para cima, começando pelas regiões mais carenciadas.
- O objetivo é equilibrar as contas públicas e cumprir as obrigações sociais, admitindo que alguns défices podem ser um mal necessário.
- O PTRR é visto como uma ferramenta para desenvolvimento sustentável e coesão territorial, com recursos direcionados às áreas mais necessitadas.
- O plano deve ser prioridade do Governo, assegurando fundos usados de forma transparente e eficaz para promover crescimento económico e inclusão social.
O ministro da Economia e Coesão Territorial, Castro Almeida, afirmou no dia 3 de março que o Plano de Recuperação e Resiliência (PTRR) será desenvolvido de forma gradual, começando pelas regiões mais carenciadas e avançando para as demais, para responder às necessidades do país.
O objetivo é que o PTRR permita equilibrar as contas públicas ao mesmo tempo que cumpra as obrigações sociais, reconhecendo que alguns défices podem ser necessários para alcançar a coesão territorial e o desenvolvimento sustentável.
Castro Almeida salientou que o plano representa uma oportunidade para promover o desenvolvimento sustentável, assegurando que os recursos sejam usados de forma eficiente e direcionados às áreas mais necessitadas, com fundos geridos de maneira transparente.
O ministro reiterou que o PTRR é uma prioridade do Governo, que pretende garantir o uso eficaz dos fundos, o crescimento económico e a inclusão social.
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