- A Galp não regista impactos materiais nas operações, apesar da escalada do conflito com o Irão, e redirecionou cargas de petróleo para mitigar riscos logísticos.
- A co-presidente executiva, Maria João Carioca, afirmou que o portfólio beneficia de posicionamento geográfico que reduz a exposição a zonas instáveis do mercado petrolífero.
- Foram adotadas medidas preventivas, incluindo o redirecionamento de petróleo próprio (equity oil) para assegurar a continuidade do abastecimento.
- Num contexto de elevada incerteza, a empresa mantém foco no desempenho operacional e numa gestão financeira disciplinada.
- O resultado líquido de 2025 foi de 1,15 mil milhões de euros, mais 20% face a 2024, impulsionado pela produção no Brasil e pela comercialização de gás natural, apesar da quebra do petróleo e do dólar e da manutenção na refinaria de Sines.
A Galp afirmou que a escalada do conflito com o Irão aumenta a incerteza nos mercados energéticos, mas não registou impactos materiais nas suas operações. Foram adotadas medidas preventivas, incluindo o redirecionamento de cargas de petróleo.
Durante a conferência de resultados de 2025, a co-presidente executiva Maria João Carioca explicou que o portfólio da Galp está geografamente posicionado para reduzir a exposição às zonas mais instáveis do mercado petrolífero.
A responsável confirmou ainda o redirecionamento de carregamentos de petróleo próprio para mitigar riscos logísticos e assegurar o abastecimento, numa altura de maior incerteza no setor.
Num contexto de elevada incerteza, Carioca sublinhou a necessidade de manter a concentração no desempenho operacional e numa gestão financeira disciplinada.
Resultados de 2025 e drivers
A Galp registou um lucro líquido de 1,15 mil milhões de euros em 2025, mais 20% face a 2024, anunciou na segunda-feira.
O desempenho foi impulsionado pela produção de petróleo e gás no Brasil e pela comercialização de gás natural, mesmo com a queda do petróleo e do dólar e a paragem programada da refinaria de Sines.
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