- O Banco BPI admite a possibilidade de desinvestir no Banco Comercial e de Investimentos (BCI), banco moçambicano no qual é acionista maioritário.
- A Caixa Geral de Depósitos é a maior proprietária do BCI, mantida como parceira no negócio.
- O presidente do BPI, Paulo Macedo, diz que, se as autoridades moçambicanas virarem a ver com bons olhos a permanência, o grupo pode ficar no BCI.
- Paulo Macedo acrescenta que, nesse cenário, “continuaremos no BCI”.
- A Caixa Geral de Depósitos pretende manter-se no BCI e sentir-se bem-vinda pelas autoridades moçambicanas.
O Banco BPI admite a possibilidade de desinvestir no Banco Comercial e de Investimentos (BCI), o banco moçambicano em que é acionista maioritário. A Caixa Geral de Depósitos é a maior proprietária do BCI, numa relação em que o BPI pondera o cenário de saída.
Apesar da possibilidade de venda, o BPI mantém interesse em manter o investimento no BCI. O presidente do banco português acrescenta que a decisão poderá depender de como as autoridades moçambicanas veem a continuidade da parceria.
A imprensa local reporta que a posição do BPI é influenciada pela percepção governamental em Maputo. O objetivo é assegurar condições estáveis para o negócio, em linha com as expectativas de ambas as partes envolvidas.
Envolvidos e contexto
Paulo Macedo, presidente do BPI, indicou que o apoio institucional em Moçambique poderá favorecer a permanência no BCI. O posicionamento surge numa altura em que o grupo português avalia opções estratégicas na região.
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